| |
07/02/2010 12:31 Amei isto! Quando li esta análise de Nivaldo Cordeiro, fiquei até vibrando de felicidade. Espero que isto se realize. Que os corruptos se danem!
Nivaldo Cordeiro | 05 Fevereiro 2010
Artigos - Governo do PT
A candidatura Ciro Gomes está para o PT como o terremoto para o Haiti. Será um desastre completo. No mínimo, favorecerá a candidatura de José Serra, dividirá os votos de Dilma e fulminará qualquer pretensão hegemônica do PT pela via eleitoral.
A entrada de Ciro Gomes na disputa da eleição presidencial se reveste da maior importância porque ele, de fato, prejudica diretamente o PT e o seu projeto político de longo prazo, mais até do que uma eventual vitória de José Serra. Tudo que o PT desejava era a polarização com o candidato tucano, é tudo que não terá. O governador de São Paulo talvez viesse a mudar muito pouco os projetos em curso do PT dentro do Estado. Talvez algo mais forte na condução da política econômica, pois aqui suas crenças esquerdistas são mais desenvolvidas e radicais. Certamente a política cambial e de juros sofreria uma inflexão.
Ciro Gomes é uma incógnita nesse tema. Seu programa efetivo é um enigma, embora de público faça o discurso alinhado com o PT. Bem sabemos que uma coisa é o discurso, bem outra a ação. Dificilmente Ciro manteria a maluca política externa que Lula tem praticado, de apoio a Hugo Chávez, de abandonar o mercado norte-americano, de sacrificar os legítimos interesses nacionais em favor de duvidosas convicções ideológicas, como vimos no caso da Bolívia e do Paraguai. Na política internacional, se Ciro Gomes vier a ser presidente haverá um grau de realismo maior e o PT, enquanto partido revolucionário que lidera o Foro de São Paulo, perderia um dos seus maiores trunfos, o comando do Itamaraty.
O magnífico artigo de Demétrio Magnoli publicado hoje no Estadão ("O terceiro Chávez") prognosticou que, se a Dilma não for eleita, o presidente da Venezuela não sobreviverá politicamente. Com a presença de Ciro Gomes isso será um fato imediato. Vemos aqui porque Lula adoeceu ao receber a negativa do político cearense ao pedido seu para que se afastasse da disputa. Teve uma crise aguda de "cirose".
Também não consigo imaginar Ciro Gomes patrocinando alucinações coletivas bolcheviques como a Confecom e a Conferência Nacional de Direitos Humanos. Fui informado que poderosos meios de comunicação já estão alinhados com sua candidatura, como Fernando Collor de Mello foi adotado no passado. A perda dessas alucinadas conferências representará para o PT enorme perda de prestígio e de capacidade de mobilização.
O paradoxal é que não sobrará alternativa ao PT que não apoiá-lo, se vier a passar ao segundo turno contra José Serra. Ato contínuo, o partido desinflaria rapidamente e mesmo o apoio em meio ao funcionalismo público poderia ser perdido. A simples colocação da candidatura Ciro Gomes tenderá a dividir o palanque da candidata Dilma em muitos Estados. Isso trará uma grande fragilização para os candidatos a governador e a senador da legenda, bem como retirará força para a formação de uma bancada maior na Câmara de Deputados.
A candidatura Ciro Gomes está para o PT como o terremoto para o Haiti. Será um desastre completo. No mínimo, favorecerá a candidatura de José Serra, dividirá os votos de Dilma e fulminará qualquer pretensão hegemônica do PT pela via eleitoral. Bem disse Ciro Gomes que o "Santo" Lula não tem muito a falar sobre o assunto. Até o final do ano a "cirose" presidencial aumentará exponencialmente.
É divertido assistir à turma do poder na iminência de naufragar sem ter nada a fazer para escapar ao desastre político. Seus líderes não podem pressionar o candidato rebelde de nenhum modo, sequer podem atacá-lo, pois vá que ele passe ao segundo turno, precisarão ter um nome a apoiar. Uma sinuca de bico. Sem dúvida, a campanha eleitoral ganhou novo colorido. E os hospitais uma nova doença para tratar, a "cirose" do Lula.
Artigos Relacionados•Estadão mente sobre Lula (Nivaldo Cordeiro - O Estado de São Paulo - 06.11.09) •"O PT já nasceu corrompido" (Sionei Ricardo Leão - Entrevistas - 07.02.10) •A caminho do totalitarismo (Nivaldo Cordeiro - Governo do PT - 01.02.10) •A candidatura Ciro Gomes (Nivaldo Cordeiro - Governo do PT - 04.02.10) •A crise militar que não houve (Nivaldo Cordeiro - Governo do PT - 05.01.10) •Brasil: opção preferencial pela ilegalidade - Parte 2 (Graça Salgueiro - Governo do PT - 24.09.09) •Concessão: pública ou estatal? (Klauber Cristofen Pires - Governo do PT - 27.11.09) •Confecom é o Foro de São Paulo em ação (Nivaldo Cordeiro - Governo do PT - 24.11.09) •Editorial farisaico do Estadão (Nivaldo Cordeiro - O Estado de São Paulo - 18.07.09) •Estadão mente sobre Zelaya (Nivaldo Cordeiro - O Estado de São Paulo - 01.10.09)
Artigos do Mesmo Autor•A carta da Telebrasil a Lula (Governo do PT - 06.02.10) •A candidatura Ciro Gomes (Governo do PT - 04.02.10) •O caso de Marcelo Cavalcante (Denúncias - 03.02.10) •A caminho do totalitarismo (Governo do PT - 01.02.10) •Direito à comunicação (Direito - 30.01.10) •A maldição da conivência (Governo do PT - 29.01.10) •Direitos humanos em Celso Lafer (Direito - 28.01.10) •Direitos humanos, por Sepúlveda Pertence (Direito - 27.01.10) •A loucura dos direitos humanos (Direito - 26.01.10) •A Segunda Realidade no Haiti (Governo do PT - 25.01.10)
| comentários(1)
18/01/2010 11:54 O pensamento abaixo foi ESCRITO POR ADRIAN ROGERS NO ANO DE 1931 !!!
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que
punem os ricos pela prosperidade.
Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve
trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa
trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando
esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para
sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma
nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931
| comentários(0)
05/12/2009 00:28 A diferença entre países ricos e países pobres
Fonte: Internet
A diferença entre os países pobres e os ricos não é a Antigüidade do país. Fica demonstrado pelos casos de países como a Índia e Egito, que tem mais de 2000 anos de Antigüidade e são pobres. Ao contrário, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que há pouco mais de 150 anos eram quase desconhecidos, hoje são, todavia, países desenvolvidos e ricos.
A diferença entre países pobres e ricos também não está nos recursos naturais de que dispõem, pois o Japão tem um território muito pequeno e 80% dele é montanhoso, ruim para a agricultura e criação de gado, porém é a segunda potência econômica mundial, seu território é como uma imensa fábrica flutuante que recebe matéria-prima de todo o mundo e exportam os produtos transformados, também a todo o mundo, acumulando sua riqueza.
Por outro lado, temos uma Suíça sem oceano, que tem uma das maiores frotas náuticas do mundo; não tem cacau, mas tem o melhor chocolate do mundo; em seus poucos quilômetros quadrados, cria ovelhas e cultiva o solo durante apenas quatro meses por ano, já que o resto é inverno, mas tem os produtos lácteos de melhor qualidade de toda a Europa. Como o Japão, não tem recursos naturais, mas exporta serviços, com qualidade muito dificilmente superável, é um país pequeno, que passa uma imagem de segurança, ordem e trabalho, o que o converteu na caixa forte do Mundo.
Também não está na inteligência das pessoas a tal diferença, como o demonstram estudantes de países pobres que emigram aos países ricos e conseguem resultados excelentes em sua educação.
Outro exemplo são os executivos de países ricos que visitam nossas fábricas e, ao falarmos com eles, nos damos conta de que não há diferença intelectual.
Finalmente, não podemos dizer que a raça faz diferença, pois nos países centro-europeus ou nórdicos, vemos como os chamados "ociosos" da América Latina (nós!) ou da África demonstram ser a força produtiva desses países.
O que é então que faz a diferença?
A ATITUDE DAS PESSOAS FAZ A DIFERENÇA.
Ao estudar a conduta das pessoas nos países ricos se descobre que a maior parte da população cumpre as seguintes regras, cuja ordem pode ser discutida:
1. A moral, como principio básico;
2. A ordem e a limpeza;
3. A integridade;
4. A pontualidade;
5. A responsabilidade;
6. O desejo de superação;
7. O respeito às leis e aos regulamentos;
8. O respeito pelo direito dos demais;
9. Seu amor ao trabalho e
10. Seu esforço pela economia e investimento.
Necessitamos, então, de mais leis?
Não seria suficiente cumprir e fazer cumprir estas 10 simples regras?
Nos países pobres, só a mínima (quase nenhuma) parte da população segue estas regras em sua vida diária.
Não somos pobres porque ao nosso país faltem riquezas naturais, ou porque a natureza tenha sido cruel conosco, mas simplesmente, por nossa atitude.
Nos falta caráter para cumprir estas premissas básicas de funcionamento das sociedades.
Se amar seu país, medite sobre isto.
(Autor desconhecido
| comentários(0)
30/11/2009 23:09 Que Pai? Qual será o o nome do Pai para quem eles rezavam? Certamente não deve ser o mesmo pai, que nós cidadãos honestos e pagadores de impostos, acreditamos. O mesmo Pai a quem pedimos ajuda. O mesmo Pai a quem agradecemos pela vida, pela saúde, pelo emprego (quando temos um) pelo dinheiro que conseguimos honestamente e com muito suor com o qual pagamos os nossos altos e abusivos impostos. O mesmo Pai que veio um dia para nos ensinar que devemos amar e respeitar o próximo. O mesmo Pai que nos acolhe e nos encaminha para uma vida de respeito e amor. Não! certamente não deve ser a este Pai que eles rezavam hoje na telinha da minha TV. Achei a cena tão patética, tão nojenta que até resolvi postar aqui a minha indignação. | comentários(1)
27/10/2009 11:38 Quanto pode custar uma amizade? | comentários(0)
/BlogInicioPost?>
|